O Brasil soma, até o momento, 140 casos confirmados de Mpox em 2026. Os dados fazem parte do acompanhamento epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, que monitora a evolução da doença no país e mantém sob investigação outras centenas de notificações suspeitas.
De acordo com o levantamento mais recente, além dos diagnósticos já confirmados, há mais de 500 casos em análise e alguns registros classificados como prováveis. O acompanhamento busca identificar rapidamente novos focos da doença e orientar as ações de vigilância e prevenção nos estados.
Entre as unidades da federação, São Paulo aparece com a maior concentração de ocorrências confirmadas neste ano. Outros estados também registram casos, embora em menor quantidade, o que mantém as autoridades de saúde em alerta para possíveis novos diagnósticos nas próximas semanas.
A doença é causada por um vírus e pode ser transmitida principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, incluindo contato com lesões na pele, secreções ou objetos contaminados. Os sintomas costumam incluir febre, mal-estar, dores no corpo, aumento dos gânglios e o surgimento de lesões cutâneas.
Especialistas reforçam que a busca por atendimento médico ao surgirem sinais suspeitos é fundamental para o diagnóstico adequado e para evitar a disseminação da doença. Medidas de vigilância, orientação à população e monitoramento constante continuam sendo as principais estratégias para conter novos casos no país.









