O Outubro Rosa reforça uma mensagem que precisa durar o ano inteiro: prevenção, informação e diagnóstico precoce podem mudar a história do câncer de mama. No Brasil, a incidência cresce a partir dos 40 anos, e a idade segue como um dos principais fatores de risco.
Reduzir riscos passa por hábitos de vida: manter o peso adequado, praticar atividade física, evitar o consumo excessivo de álcool e conversar com um profissional sobre terapias hormonais. Histórico familiar, alterações genéticas e alta densidade mamária também exigem atenção individualizada.
A mamografia continua sendo a principal ferramenta de rastreamento. Pelo SUS, a recomendação populacional é para mulheres assintomáticas de 50 a 74 anos, a cada dois anos, enquanto outras faixas etárias podem precisar de avaliação conforme sintomas e fatores de risco.
Também é essencial reconhecer sinais de alerta, como caroço endurecido, alterações no mamilo, secreção com sangue, mudanças persistentes na pele ou aspecto de “casca de laranja”. Diante de qualquer alteração suspeita, a orientação é buscar avaliação médica sem esperar pelo próximo exame de rotina.
Após o diagnóstico, o cuidado deve ser rápido e individualizado. O tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapias-alvo, de acordo com o tipo e o estágio do tumor. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores tendem a ser as possibilidades de tratamento e melhores os desfechos.







